| veja quem é a chefe da Estatal desfaçada |
Tião Viana o homem que assumiu o posto de imperador do Acre segundo o colunista da veja Reginaldo Azevedo. Disse que o ano de 2013 (veja aqui: 2013 é o ano da saúde no Acre) seria o ano da saúde no Acre. Só não explicou de que forma seria. Por que pelo o andar da carruagem este ano será o pior ano para os acrianos que necessitam do sistema único de saúde (SUS).
Primeiro que o Pró-Saúde criado por lei para gerenciar a saúde dos acrianos é uma bucha. Isso mesmo que estou dizendo. É uma empresa meio governo e meio terceirizada, uma estatal desfaçada.
Os funcionários recebem um mísero salário principalmente os cozinheiros que realizaram o concurso que tem contrato de (40) horas semanais, o que significa dizer que tem carga horária mensalmente de (160) horas.
Até aí tudo bem, caso os cozinheiros não trabalhassem além da carga horária que na maioria das vezes chega (36) horas há mais, e sem receber horária extra, sem receber insalubridade, correndo risco de contrair doenças devido à temperatura do fogo e o contato diretos com os pacientes.
Agora eu faço uma pergunta é certo trabalhar para o Estado sem receber as horas extras, a insalubridade? O governador não tem muito com o que se preocupar afinal tem uma aposentadoria como senador de 24,500 reais, e outra garantida ao deixar o Palácio do Rio Branco, a Secretaria de Saúde do Estado, Suely Melo, ganha uma quantia superior a 17 mil. e sem falar que estão no ar-condicionado sem contato com fogo ou paciente.
Será que é o ano da saúde? Claro que não, é o ano da politicagem como sempre, por que faltam medicamentos, alimentações nos hospitais, na verdade falta tudo, a única coisa que não falta são os cargos políticos para agraciar os aliados políticos.
Por Leandro Matthaus
Primeiro que o Pró-Saúde criado por lei para gerenciar a saúde dos acrianos é uma bucha. Isso mesmo que estou dizendo. É uma empresa meio governo e meio terceirizada, uma estatal desfaçada.
Os funcionários recebem um mísero salário principalmente os cozinheiros que realizaram o concurso que tem contrato de (40) horas semanais, o que significa dizer que tem carga horária mensalmente de (160) horas.
Até aí tudo bem, caso os cozinheiros não trabalhassem além da carga horária que na maioria das vezes chega (36) horas há mais, e sem receber horária extra, sem receber insalubridade, correndo risco de contrair doenças devido à temperatura do fogo e o contato diretos com os pacientes.
Agora eu faço uma pergunta é certo trabalhar para o Estado sem receber as horas extras, a insalubridade? O governador não tem muito com o que se preocupar afinal tem uma aposentadoria como senador de 24,500 reais, e outra garantida ao deixar o Palácio do Rio Branco, a Secretaria de Saúde do Estado, Suely Melo, ganha uma quantia superior a 17 mil. e sem falar que estão no ar-condicionado sem contato com fogo ou paciente.
Será que é o ano da saúde? Claro que não, é o ano da politicagem como sempre, por que faltam medicamentos, alimentações nos hospitais, na verdade falta tudo, a única coisa que não falta são os cargos políticos para agraciar os aliados políticos.
Por Leandro Matthaus
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