quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Desemprego de setembro é o menor desde 2002 para o período

A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE é realizada em seis regiões metropolitanas do País

Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
População ocupada ficou em 23,1 milhões de pessoas em setembro de 2014
A taxa de desemprego, medida pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), atingiu 4,9% em setembro deste ano, a menor para o mês desde o início da série histórica iniciada em 2002. Houve queda de 0,5 ponto percentual em relação à taxa observada em setembro do ano passado (5,4%). A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice também é numericamente inferior ao registrado em agosto deste ano (5%). Apesar disso, o IBGE considera a variação estatisticamente significativa. A PME é realizada em seis regiões metropolitanas do País.
O contingente de desocupados ficou em 1,2 milhão de pessoas em setembro deste ano, significando estabilidade em relação a agosto deste ano e queda de 10,9% na comparação com setembro do ano passado. Os desocupados são as pessoas desempregadas em busca de uma chance no mercado de trabalho.
Já a população ocupada ficou em 23,1 milhões de pessoas, o que significa que, apesar da queda da taxa de desemprego, não houve geração de postos de trabalho tanto na comparação com agosto deste ano quanto em relação a setembro do ano passado.
A criação de vagas formais de trabalho em setembro foi a pior para o mês em 13 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho. O IBGE trabalha para substituir a PME pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, mais abrangente.
Rendimento do trabalhador fica estável entre agosto e setembro
O rendimento real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.067,10 em setembro deste ano. O valor é estável (alta numérica de 0,1%) na comparação com o mês anterior e 1,5% maior do que o registrado em setembro do ano passado. 
Na comparação com agosto, houve ganhos do poder de compra dos trabalhadores de dois dos sete setores pesquisados pelo IBGE: outros serviços (3%) e serviços prestados a empresas (0,6%). Na indústria e no setor de educação, saúde e administração pública houve estabilidade no rendimento real. Três grupamentos de atividade tiveram queda: construção (-2,7%), serviços domésticos (-0,6%) e comércio (-0,5%).
Na comparação com setembro do ano passado, houve queda nos rendimentos da indústria (-1%), estabilidade nos outros serviços e alta em cinco atividades: construção (5,6%), serviços domésticos (4,5%), comércio (2,7%), educação, saúde e administração pública (2,3%) e serviços prestados a empresas (1,5%).
*Com informações da Agência Brasil e Reuters.

Consolidar a revolução democrática votando Dilma


Leonardo Boff

A presente campanha presidencial em segundo turno coloca em jogo algo fundamental na história brasileira: a nossa primeira revolução popular, democrática e pacífica conquistada no voto, com a chegada de Lula à Presidência. Não ocorreu apenas a alternância do poder mas uma alternância de classe social. Um representante dos “lascados” e sempre colocados à margem chegou ao mais alto cargo da nação como fruto do PT, de aliados e de grande articulação de movimentos sociais e sindicais e continuado por Dilma Rousseff.

Como afirmava o notável historiador José Honório Rodrigues em seu Conciliação e Reforma no Brasil (1965):”os interesses do povo foram descuidados pela liderança; daí as lutas, as rebeldias, a história cruenta, o compromisso e a conciliação; revolução no sentido de transformação da estrutura econômica, do regime de terras, da mudança de relações sociais, nunca tivemos; o grande sucesso da história do Brasil é o seu povo e a grande decepção é a sua liderança”. Continua José Honório: ”as vitórias do povo são objetivas e incontestáveis;...o Brasil deve ao povo a unidade política, a integração territorial, a mestiçagem, a tolerância racial, a homogeneidade religiosa, a integração psico-social, a sensibilidade nacional muito viva que exige um abrasileiramento das próprias contribuições estrangeiras” (p.121-122).

Com Lula e Dilma se inaugurou esta revolução que é ainda inacabada mas que deve ser consolidada e aprofundada. Oxalá nessa eleição ela não seja malbaratada pela vitória de quem representa a velha política oligárquica mais interessada no crescimento econômico, no mercado e articulada com a macroeconomia globalizada do que no destino daqueles milhões que foram tirados da pobreza pelas políticas republicanas e foram feitos sujeitos sociais participativos na sociedade.

Daí ser importante que Dilma vença para garantir, consolidar e enriquecer com um novo ciclo de transformações essa revolução inaugural.

Nos primórdios da colonização o cronista oficial Pero Vaz de Caminha escreveu que aqui “em se plantando tudo dá”. Os cinco séculos de história ainda à luz do paradigma europeu mostraram o acerto de tal afirmação. Aqui tudo pode dar e deu para ser a mesa posta para as fomes do mundo inteiro. Por que não irá dar certo um projeto-Brasil novo, democrático, social, popular, ecológico, ecumênico e espiritual?

O povo brasileiro se habituou a “enfrentar a vida” e conseguir tudo “na luta”, quer dizer, com dificuldade e muito trabalho. Por que não irá “enfrentar” também esse grande e derradeiro desafio colocado em seu caminho? Como não conquistá-lo “na garra”, com a consciência solidária, com a organização, com a vontade de empoderar-se para garantir o poder de estado, já por 12 anos, a fim de dar-lhe o verdadeiro sentido de fazer as mudanças necessárias, primeiramente para os mais esquecidos e a partir deles, a todos, conferindo-lhes sustentabilidade e garantindo-lhes um futuro bom para o país.

Esse caminho já foi traçado, embora falte muito ainda para ser completado. Por duas vezes o novo chegou lá, no poder central. Escasseiam cada vez mais os instrumentos com os quais as elites dominantes querem retornar ao poder com aquele projeto neoliberal que quebrou os países centrais e que lançou cem milhões no desemprego na Europa e nos USA.

Sentimo-nos representados nos versos do cantador: “Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra/ a marca de sangue de seus mortos/ e a certeza de luta de seus vivos”(A saga da Amazônia de Vital Faria). Essa luta, esperamos, será vitoriosa. O país florescerá no fulgor de seu povo multicolorido como nossas paisagens que enchem nossos olhos de encantamento. Valem as palavras de líderes sindicais nos dias sombrios do submetimento:

“Podem cortar uma, duas e todas as flores. Mas não poderão impedir a chegada da primavera”.

A primavera já vai avançada. Junto com o sol primaveril queremos celebrar a vitória da maioria do povo, reelegendo Dilma Rousseff.

Se não puder ocorrer agora, fica o desafio para o futuro. O que deve ser, tem força e chegará o dia, bendito dia, em que irá triunfar.

Leonardo Boff, Jornal do Brasil
* teólogo e escritor

ELEIÇÕES 2014: IBOPE E DATAFOLHA APONTAM VITÓRIA DE DILMA


IBOPE - Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 54%
- Aécio Neves (PSDB): 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%

Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição
O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Aécio - 42%
Dilma - 36%

Expectativa de vitória
O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). 

DATA FOLHA

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
Dilma Rousseff (PT): 53%
Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff(PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 48%
Aécio Neves (PSDB): 42%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
15% - talvez votassem
37% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
39% - votariam com certeza
18% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

Do G1
Em São Paulo

IBOPE E DATAFOLHA APONTAM VITÓRIA DE DILMA


IBOPE - Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 54%
- Aécio Neves (PSDB): 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição
O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Aécio - 42%
Dilma - 36%

Expectativa de vitória
O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país). 



DATA FOLHA

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff(PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 48%
- Aécio Neves (PSDB): 42%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
15% - talvez votassem
37% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
39% - votariam com certeza
18% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

Do G1
Em São Paulo

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

PESQUISA MDA MOSTRA DILMA À FRENTE DE AÉCIO


Acabou de ser divulgada nova pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) que aponta a presidente Dilma com 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% do candidato do PSDB, Aécio Neves. Dá uma olhada na matéria sobre a pesquisa:
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157569/MDA-empate-técnico-com-Dilma-à-frente-pela-1ª-vez.htm

domingo, 19 de outubro de 2014

Tucanos reconhecem risco para Aécio de denúncia sobre rádios

O senador Aécio Neves (PSDB-MG). 
Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

Parte do PSDB paulista acredita que as denúncias de supostas irregularidades no repasse de verbas para publicidade institucional a rádios mineiras durante a gestão do então governador Aécio Neves (PSDB-MG) têm potencial destrutivo preocupante para a campanha tucana.
O receio é de que a história cresça nos próximos dias, na última semana antes do segundo turno, e atrapalhe o desempenho do presidenciável tucano.
Ontem, o Diretório Nacional do PT entrou com representações oficiais junto ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, para investigar o assunto.
O tema tem sido explorado por Dilma Rousseff nos debates e, como as pesquisas de intenção de votos mostram quadro de empate técnico, tucanos avaliam que qualquer oscilação pode definir a disputa.
Fonte: http://poderonline.ig.com.br/

PSDB e mídia inauguram em 2014 nova estratégia eleitoral

Charge sobre manipulação midiática
Fonte da imagem http://www.ivancabral.com

Os quatro grandes conglomerados de mídia que monopolizam a comunicação de massa no Brasil chegam à sétima disputa com o PT pela Presidência da República. Organizações Globo, Grupo Folha, Grupo Estado e Editora Abril vêm tomando partido em todas as eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização de fato do país, em 1989, quando, pela primeira vez em quarto de século, os brasileiros puderam escolher seu presidente.

Das seis eleições presidenciais do pós-redemocratização (1989, 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010), os grupos de mídia supracitados sempre atuaram contra o candidato do Partido dos Trabalhadores – Lula nas cinco primeiras eleições e Dilma Rousseff na última. Contra o petista da vez, apoiaram Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin e José Serra.

Dessas seis eleições, só na primeira a direita midiática apoiou um candidato que não fosse do PSDB. Com o fiasco da eleição de Collor em 1989, porém, o oligopólio de empresas de comunicação fechou com os tucanos e não abriu mais. Contudo, mídia corporativa e PSDB, nas seis eleições em questão, usaram apenas duas estratégias eleitorais: medo e moralismo.

Em 1989, 1994, 1998 e 2002, os impérios de mídia e o anti-Lula de plantão usaram o discurso do medo – o petista transformaria o Brasil em uma espécie de Cuba gigante. Nas eleições de 2006 e 2010, apelaram para o moralismo religioso e/ou administrativo, com acusações ao petista da vez de ser “abortista” ou “corrupto”.

Em 2006, devido à eclosão do escândalo do mensalão, a questão “ética” dominou a campanha. No primeiro embate televisivo direto entre Lula e Geraldo Alckmin no segundo turno daquele ano, na TV Bandeirantes, o tucano promoveu forte agressão ao adversário, praticamente chamando-o de corrupto em rede nacional, emulando o discurso de uma avalanche de editoriais, colunas e “reportagens” sobre o mensalão que, quase 9 anos depois, ainda não terminou.

Já em 2010, a mídia tucana adotou contra Dilma – e em favor de Serra – uma mescla de acusações de corrupção e de ser “abortista”. Em sabatina da petista pela Folha de São Paulo nesta mesma época da campanha eleitoral daquele ano, o jornal resgatou declarações antigas dela favoráveis ao aborto – a aposta eleitoral decorreu do conhecido repúdio da maioria dos brasileiros a uma prática que países desenvolvidos adotaram como política de saúde pública.

Durante a eleição presidencial de 2010, o moralismo religioso e o administrativo tiveram pesos equivalentes na estratégia midiático-oposicionista, enquanto que, em 2006, o moralismo administrativo foi a única aposta antipetista.

O país chega a 2014 com uma combinação de estratégias da direita midiática contra o petista da vez. Apesar de na campanha eleitoral deste ano ser previsível que o moralismo religioso e o administrativo serão usados por Aécio Neves, Globo, Folha, Estadão e Veja, esses instrumentos não terão peso relevante desta vez – até por conta de vários escândalos de corrupção que estouraram contra o PSDB do ano passado para cá, tais como o escândalo dos trens ou, mais recente, o do “aécioporto”.

Talvez, esta seja a primeira eleição presidencial do pós-redemocratização em que não haverá “balas de prata”.

Desta vez, porém, a preponderância será de um discurso anti-PT que, tanto em 2006 quanto em 2010, não teve grandes possibilidades de vingar, apesar de ter sido tentado. A grande aposta da direita midiática em 2014 é na situação econômica do país, que esse grupo político acredita estar produzindo resultados.

De fato, a combinação dos protestos de junho do ano passado com terrorismo econômico da mídia e um desempenho de fato inferior da economia devido à crise internacional, tudo isso acabou produzindo efeito na cabeça de parte do eleitorado e, pela primeira vez no século XXI, a direita midiática disputará a Presidência em condições menos adversas.

A economia brasileira vai muito bem, obrigado. Apesar do crescimento considerado “baixo”, emprego, salário e renda das famílias continuam melhorando, ainda que em ritmo menor. Claro que há problemas em um quadro de profunda depressão mundial, mas a escolha do governo petista foi a de impedir que a população sentisse a crise e, assim, a conta mais alta vai para o topo da pirâmide social.

Com rentabilidade menor, o empresariado e o mercado financeiro se deixaram seduzir pela proposta velada de Aécio Neves e de Eduardo Campos de redistribuir os sacrifícios exigíveis durante uma situação ineditamente grave da economia mundial. Obviamente que requerem uma redistribuição ruim para a maioria e melhor para a minoria abastada.

Ainda assim, mesmo tendo números “ruins” para apresentar no que diz respeito ao crescimento e à inflação, não foi possível à mídia destruir a recandidatura de Dilma Rousseff. Muito pelo contrário, a presidente tem chance de vencer a eleição no primeiro turno, ainda que poucos acreditem que consiga – inclusive este Blog – devido à mãozinha que a mídia dá à direita 365 dias por ano, desde 1989.

Contudo, os resultados relativamente melhores colhidos até aqui pela direita midiática dependem de um fenômeno que, em cerca de duas semanas, irá terminar: o fenômeno de a mídia tucana falar sozinha contra a economia.

Mesmo com Dilma, sua equipe de governo, expoentes petistas e o próprio PT contradizendo o discurso midiático aqui e ali, os grupos que promovem protestos violentos nas ruas desde o ano passado geram discurso à direita de que o país vai mal, pois se tanta gente protesta a impressão que fica é a de que há realmente alguma coisa errada. Além disso, os protestos infernizam a vida dos cidadãos nas grandes cidades, gerando um clima favorável à oposição.

Contudo, há um fator extremamente poderoso a favor da recandidatura de Dilma: a realidade.

Na semana passada, durante a “sabatina” de Dilma pelo portal UOL, um dos entrevistadores a questionou quanto ao “problema do desemprego”. A presidente demonstrou surpresa e forte contrariedade com a proposição de uma questão literalmente maluca. O Brasil tem hoje o menor nível de desemprego de sua história, com salários crescendo apesar da crise.

Fatores sazonais interferiram na criação de postos de trabalho nos últimos meses, mas não há um só analista sério de economia que aposte em aumento real e expressivo do desemprego. Claro que com um nível tão baixo de desemprego (entre 5 e 6 por cento), não há espaço para criação de muitos postos de trabalho como vinha acontecendo nos últimos anos e, assim, a criação de vagas deve continuar, porém de forma mais modesta.

Por conta desses fatores, os números mais modestos de criação de empregos têm sido tratados como se houvesse aumento do desemprego, ao passo que o que existe é redução mais lenta do desemprego.

Como a mídia martela sem parar o terrorismo econômico em suas longas, longuíssimas reportagens desalentadoras sobre a economia, e como as ruas continuam sendo tomadas por manifestantes que garantem que o país está no fundo do poço, tudo isso torna praticamente inaudível os pedidos de reflexão do governo e do PT para o fato de que ninguém tem sentido desemprego ou queda na renda ou no salário, até porque continuam subindo, ainda que mais lentamente.

Isso tudo, porém, vai mudar a partir do horário eleitoral na TV e no rádio.

Um texto como este é considerado pela direita midiática – e até por setores da ultraesquerda – como uma legítima heresia, mas é exatamente o que você leu aqui que irá parar em rede nacional a partir do próximo dia 19 de agosto, nos programas eleitorais do PT. A análise deste Blog, portanto, é a de que este chamamento à reflexão será extremamente poderoso, pois fará a parcela mais influenciável do eleitorado voltar a pensar, o que não tem feito desde junho do ano passado.

Fonte: http://meublogdepolitica.com/

Nota dos Correios desmente uso político da empresa

Kelsen Fernandes/Fotos Públicas
Os Correios divulgaram no sábado (18) nota rebatendo matéria publicada no site da revista istoÉ Dinheiro, acusando a empresa de ser aparelhada e utilizada como moeda política para favorecer aliados do governo.

A matéria, publicada na sexta-feira (17), afirma que a maioria dos chefes de departamento da empresa ocupa a função por indicação política. Também acusa a estatal de ser utilizada como moeda de negociação política.

A nota informa que “todos os diretores regionais dos Correios são funcionários de carreira da empresa, muitos deles com mais de 30 anos de serviço”. O texto ressalta que, diferentemente do que afirmou a matéria, “os chefes de departamento dos Correios também são funcionários efetivos de longa data e carreira.”

A matéria revela que a estatal alterou seu regulamento para permitir a nomeação de funcionários fora da carreira. Conforme a nota, a alteração, ocorrida em 2011, foi apara adequar o regulamento da empresa a outros órgãos públicos, possibilitando receber servidores concursados. “A alteração equiparou os Correios a outros órgãos da administração pública, onde a cessão de funcionários é normal. Atualmente, os Correios cedem 360 empregados para outros órgãos e contam com apenas 21 servidores cedidos de outros órgãos", assinala a nota.

Os Correios também rebatem a acusação de favorecimento de candidaturas do PT, com o envio de malas postais a funcionários. “Não existe uso político da empresa em benefício de qualquer candidato, nem aparelhamento da estatal. Conforme a nota, as malas postais recebidas em Santa Catarina e citadas pela matéria “foram devidamente pagas, com recursos particulares, e entregues no prazo usual para esse tipo de serviço.”

O documento acrescenta que a empresa trabalha com transparência e segue o que determina a Lei de Acesso à Informação, disponibilizando em seu site dados sobre servidores e investimentos.

Fonte: http://santaportal.com.br/

Professor mineiro escreve carta e lista 5 motivos pelos quais não vota em Aécio Neves


Meu nome é Henrique Torres e sou professor de Geografia na rede estadual de Minas Gerais há 16 anos. Nesta carta eu explico porque nós, professores mineiros, não votamos no senhor Aécio Neves.

1- O senhor prometeu e não pagou o piso salarial para os professores, estabelecido por lei. Enquanto em 2010 o piso era de R$ 1.024,67 haviam professores com licenciatura plena ganhando apenas R$ 550,00 pela jornada de 40 horas semanais (oito horas por dia).

2- Em 2007 o senhor efetivou 98 mil servidores públicos não concursados quando foi governador, uma prática ilegal. Graças a isso 1/3 dos professores mineiros não eram concursados e tiveram que ser demitidos em 2014 após determinação do STF. Faltam 1,5 milhão de vagas nas escolas públicas de Minas Gerais e graças ao senhor, Aécio Neves, temos a cada dia menos professores trabalhando.

3- Graças a essa efetivação ilegal milhares de professores concursados não puderam ser nomeados entre 2007 e 2014 pois suas vagas já estavam ocupadas de maneira ilegítima por professores que já ganhavam um salário abaixo do piso nacional.

4- Durante seu governo CINCO PROFESSORES concursados se demitiam por dia na rede estadual de Minas Gerais. Além do salário mais baixo do Brasil nós enfrentamos o despreparo da polícia para com nossas greves e o silêncio do governo que se recusava a negociar condições melhores.

5- Por último, senhor Aécio Neves, sua desculpa de que "a educação no país inteiro é um caos" não cola para nós. Minas Gerais é o terceiro estado mais rico do Brasil mas paga até hoje (uma herança maldita de seu governo) o pior salário para professores da rede estadual no país. No estado mais pobre do país, Roraima, o salário pago é quase duas vezes maior.

Essas são apenas cinco das centenas de razões que eu poderia enumerar pelas quais os professores de Minas Gerais não votam no senhor. Apesar de o Estado receber verbas cada vez maiores para a educação, a mesma não chegava até as escolas. Falta giz, apagador, material de limpeza e até papel higiênico nós já tivemos que comprar com dinheiro do bolso.

Se em oito anos o senhor ignorou a educação e a situação dos professores no seu próprio estado, eu tenho muito medo de ver o que faria caso fosse presidente do Brasil.

http://www.otempo.com.br/cidades/cinco-professores-se-demitem-por-dia-das-escolas-estaduais-1.717680

http://www.viomundo.com.br/denuncias/o-desabafo-do-professor-com-a-crise-da-educacao-em-mg.html

http://www.robertomoraes.com.br/2013/04/desabafo-e-distencia-de-professor-da.html

http://amp-mg.jusbrasil.com.br/noticias/2926973/minas-e-o-estado-que-paga-salario-mais-baixo-para-professor-diz-jornal

LEIA TAMBÉM:

Jornalista faz lista com 27 motivos para não votar em Aécio Neves 

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JORNALISTA DENUNCIA OS 9 PARENTES QUE AÉCIO NEVES ENRIQUECEU COM DINHEIRO PÚBLICO 

JORNAL INGLÊS DIZ PORQUE DILMA DEVE SER REELEITA 

12 MENTIRAS SOBRE O PT QUE CIRCULAM NAS REDES SOCIAIS! FIQUE ATENTO!
Fonte: http://plantaobrasil.com.br/

PORQUE VOTO NA DILMA

Respeito a manifestação de pensamento e a livre escolha do seu voto. Do mesmo modo, espero dos demais. 
O debate saudável é ótimo e deve existir sempre. Contudo, se faz necessário o respeito mútuo pelas opiniões contrárias. 
Posso não concordar com sua opinião e o candidato que vai votar, mas defenderei até o último segundo sua escolha e a respeitarei. Isso faz parte da democracia. 
Eu voto e peço voto para presidenta ‪#‎Dilma13‬. Sou muito contestado por essa escolha. Principalmente pelos escândalos que envolvem o partido da qual Dilma faz parte, o PT. Mas sejamos franco: se fossemos deixar de votar pelos atos de corrupções que envolvem o PT e PSDB anularíamos o voto, ou apenas iríamos justificar. Pois, os dois partidos têm corruptos e corruptores, com uma diferença: os petistas foram condenados pelos seus atos, os tucanos não, pois na era FHC o mesmo baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação que era composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção.
Mas eu voto no PT que gerou milhões de empregos, que nos últimos quatro anos foram cinco milhões e quinhentos mil, no PT que tirou o Brasil do mapa da miséria, que possibilitou que mais de 40 milhões de brasileiros saísse da classe D para a C. O PT que tirou o Brasil da condição de dependente do FMI para se tornar credor. Esse mesmo partido que criou condições para que filhos de pobres estudassem nos cursos de direito e medicina através dos financiamentos do FIES e bolsas do Prouni. Construiu faculdades e escolas técnicas.
Aos petistas que cometeram algum crime  quero que apodreçam na cadeia, que sejam julgados e condenados de acordo com os rigores da lei. Afinal eu não julgo para não ser julgado. Deixo isso para a justiça.
Ah! Que os corruptos do PSDB também sejam julgados e punidos pelos seus atos 

Por Leandro Matthaus, Blogueiro e locutor.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Propaganda eleitoral de Márcio Bittar na TV acusa Perpétua Almeida de enganar soldados da borracha

No progarama eleitoral gratuito da coligação por um Acre melhor, que tem como candidato ao governo do estado do Acre, Márcio Bittar (PSDB), desta quarta-feira, 15, acusou a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) de enganar os soldados da borracha. O programa exibido na TV fazia uma comparação entre os aliados de Bittar e seu adversário, Tião Viana (PT).

Perpétua concorreu ao senado, mas foi derrotada pelo companheiro de chapa do tucano, o também deputado federal Gladson Cameli (PP).

Por Leandro Matthaus

Tarauacá: Ex-presidiário tem mão decepada


Um ex-presidiário idenficado pelo apelido de Caboco teve a mão decepada na tarde desta quarta-feira, 15, no trapichão do Flávio, no bairro da Praia. 

Segundo informações extra oficiais Caboco havia saído da peniteciaria Moacyr Prado, orntem, 14. 

Ainda segundo informações obtidas pelo Blog Tarauacá Agora, Caboco foi a casa do homem que decepou sua mão  e portava uma faca. Chegando lá foi supreendido com uma terçadada, na qual, Caboco tentou se defender com o braço.

O nome do homem que desferiu-lhe a terçadada não foi  revelado

Por Leandro Matthaus


Rosimeire Araújo é a vencedora do Projeto Canta Aí



A Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour, em parceria com a prefeitura de Jordão, por meio do Departamento Municipal de Cultura realizou na ultima sexta-feira (10) a etapa final do Projeto “Canta Aí”.
O evento aconteceu no mirante da praça municipal, localizado na área central da cidade atraindo dezenas de populares, movidos pelo desejo de prestigiar apresentações de artistas locais.
A jovem Rosimeire Araújo, 22 anos, natural da Vila Restauração - área pertencente ao município de Marechal Thaumaturgo- foi a grande campeã, cantando a música “Voa passarinho” de sua própria autoria. A trilha é inspirada em um ritual indígena, retratando a liberdade e a natureza.
“Foi gratificante... Entrei na competição com o simples objetivo de participar. Divulguei meu trabalho e consegui a maior premiação da noite” - declarou Rosimeire.
Confira a classificação geral e premiações:
Rosimeire Araújo (1º Lugar) – R$ 400;
Vanda Nascimento (2º Lugar) – R$ 300;
Claiton Silva (3º Lugar) – R$ 200.
José Vanir (Artista mais participativo) – R$ 50.
O Projeto “Canta Aí” tem o objetivo de ampliar a visão da comunidade acerca do que é cultura em seu vasto campo de diversidade, incluindo a música indígena.

A coordenadora do “Canta Aí”, Deusanira Damasceno comemorou o sucesso das atividades. “Fechamos apenas a primeira etapa do projeto. Em alguns dias estaremos oferecendo estas atividades nas comunidades rurais de nosso município, com objetivo de proporcionar entretenimento e diversidade cultural e integração social”, garantiu.
Clique AQUI para conferir mais imagens do evento.

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