domingo, 31 de agosto de 2014

Traição petista em Tarauacá a candidata ao senado

A briga entre a JPT ( juventude do partido dos trabalhadores) apoiadora do Ney Amorim (PT) que concorre reeleição para deputado estadual e a UJS que apóia Dr. Jenilson Leite ( PCdoB) que concorre pela primeira vez a Aleac, escancarou ainda mais, a traição do PT com a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) candidata ao senado, em Tarauacá. 

O episódio envolvendo os dois grupos de juventude ocorreu na ultima semana na Av. Antônio Frota, principal rua da cidade. 

Depois dessa briga os militantes petista só não andam com adesivo do oponente da comunista ao senado, o também deputado federal Gladson Cameli (PT) temendo represália ao governador pelos comunistas nas urnas. Mas, fazem questões de expor nos quatro cantos da cidade. 

A líder do movimento contra Perpétua Almeida é a principal cabo eleitoral de Ney Amorim em Tarauacá. [...]. Que não esconde de ninguém que é anticomunista. 

Não custa lembrar que no debate entre os candidatos a governadores na TV Juruá em Cruzeiro do Sul, na sexta-feira 29, Tião Viana (PT) companheiro de chapa da deputada não mencionou seu nome. Enquanto os demais postulantes fizeram questões de exaltarem seus companheiros de chapa ao Senado da República. 

Por Leandro Matthaus 
Leandro23333@gmail.com

IDEB de Tarauacá alcança média de 3, 7. A média nacional é de 3,9


De uma coisa o governo de um novo pode se orgulhar. O IDEB do município ficou apenas dois décimo a baixo da média nacional. Tarauacá alcançou 3.7, sendo que a média nacional é de 3.9.

Por Leandro Matthaus

De pai para filho Filhos de ex-governadores, senadores e deputados tentam usar capital político dos pais para entrar no cenário nacional nas eleições de outubro

Laryssa Borges, de Brasília.


O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) conversa com o deputado Renan Filho (PMDB-AL) durante votação da Lei Geral da Copa, no Senado Federal, em Brasília - 09/05/2012 (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Em qualquer carreira, é comum que (bons) profissionais leguem prestígio a seus herdeiros. Na política, contudo, essa lógica causa apreensão. Políticos têm a missão de zelar pelo bem público. Quando seus laços familiares se sobrepõem ao compromisso com o eleitor, a democracia sai enfraquecida. Mesmo que seja permitido aos caciques transmitir aos filhos seu capital político, a perpetuação dessas "dinastias" pode debilitar a saúde do regime democrático.

“A eleição dos filhos acaba sendo um mecanismo de oligarquização da política com grupos que têm um compartilhamento de interesses políticos, econômicos e sociais e que pensam igual, agem igual e escondem muitas vezes o que se convencionou chamar de malfeitos. Isso colide com o interesse público”, diz o cientista político José Álvaro Moisés, Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP.

“Em países onde as instituições são muito mais sólidas, o poder dos políticos e dos filhos dos políticos estão sempre cerceados pelo poder constitucional. Mas no Brasil, onde 40% do PIB passa pelo Estado e há 27.000 cargos de livre indicação, o poder político é gigantesco e pode desvirtuar o processo democrático”, avalia o cientista político Luiz Felipe D’Ávila, diretor-presidente do Centro de Liderança Política (CLP). “A manutenção de dinastias pode usar a máquina pública como forma de distribuição de favores”, afirma.

A política de parentesco não é exclusividade do Brasil – as famílias Kennedy e Bush nos Estados Unidos são bons exemplos – mas a disputa de outubro deve deixar ainda mais evidente a oligarquização da política brasileira se confirmar a eleição dos filhos de ex-governadores, ex-senadores e até de deputados. Entre 2006 e 2010, 228 dos 513 deputados federais tinham parentes na política, segundo levantamento da ONG Transparência Brasil, sendo que 53% deles eram herdeiros diretos do pai.

“Essa tendência de formar políticos e quadros através da tradição familiar é uma reserva de mercado. As famílias caminham em função dos próprios interesses e se separam de interesses universais dos eleitores”, completa José Álvaro Moisés. “Não é muito republicano que em um país de 200 milhões de habitantes, com a complexidade que tem o Brasil e com um sistema democrático recente, famílias se perpetuem no poder e criem relações nem sempre defensáveis do ponto de vista público e dos interesses da sociedade. É muito provável que esses políticos tenham como objetivo primeiro os seus valores de comportamento a defesa de sua família, de seu grupo, de sua facção”, diz.

Neste ano, no momento em que José Sarney, o maior cacique da política nacional, deixa oficialmente a vida pública, a política de pai para filho não dá sinal de arrefecimento, atinge os mais diversos rincões do país e inclui de cargos mais modestos, como os de deputado estadual ou distrital, até o controle de governos estaduais. Depois de a política ter abrigado filhos de políticos dos mais diversos espectros ideológicos – Roseana e Zequinha Sarney, Luciana Genro, Efraim Filho, Rodrigo Maia, Jaqueline Roriz, Felipe Maia, Duarte Nogueira e Fernando Coelho Filho – concorrem nas eleições deste ano a cargos de deputado federal, por exemplo, Marco Antônio Cabral (PMDB), filho do ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, Pedro Cunha Lima (PSDB), filho do ex-governador da Paraíba e atual senador Cássio Cunha Lima, e Newton Cardoso Jr (PMDB), filho do ex-governador de Minas Gerais Newton Cardoso. Em comum, além de uma discutível experiência política, a defesa de interesses oligárquicos e a expectativa de receber grande parte dos votos do eleitorado cativo do patriarca.

“Em oligarquias de outras profissões, como advogados ou médicos, o herdeiro é julgado por sua competência. Ninguém vai se operar com o filho de um cirurgião apenas porque o pai era competente. Se o filho de um grande advogado começa a perder causas não será contratado mais. Na iniciativa privada existem critérios mais sólidos do que no mundo público para julgar as dinastias”, afirma D’Ávila.

Na plataforma de campanha do novato Marco Antônio Cabral, por exemplo, há um misto de defesa do legado de Sergio Cabral – que deixou o governo com aprovação de apenas 20% dos eleitores – de elogios ao sucessor Luiz Fernando Pezão (PMDB) e de compromisso como transformar a base militar de Santa Cruz em um aeroporto comercial e criar unidades de educação tecnológica (Cefet). São de Marco Antônio Cabral, por exemplo, promessas de apoio a inclusão de jovens por meio do surfe e de lutas marciais. Com apenas 22 anos, o estudante Felipe Francischini, candidato a deputado estadual, não desgruda sua campanha do nome do pai, o deputado candidato à reeleição e delegado licenciado Fernando Francischini. “Vi meu pai lutar contra a corrupção em Brasília. Agora é a minha vez de defender o que é certo do jeito que meu pai me ensinou”, diz o aspirante a parlamentar no site de sua campanha.

Se na Grécia Antiga a assembleia pública conhecida como Ágora forjava os principais líderes de seu tempo, no Brasil, historicamente, as famílias políticas são responsáveis por boa parte dos criadouros de candidatos. Nas eleições deste ano, a exemplo do que já aconteceu no passado, o pedigree dos filhos de políticos conhecidos é a principal arma para a conquista de votos.

Filho do ex-ministro e ex-líder governista Romero Jucá, Rodrigo Jucá compõe a chapa do PSB como candidato a vice-governador de Roraima. O filho do ex-governador do Pará e atual senador Jader Barbalho, Helder Barbalho (PMDB), briga pela liderança nas pesquisas pelo governo paraense contra o atual governador Simão Jatene (PSDB). Depois do avô Laércio Barbalho e do pai, Jader, Helder é a terceira geração da família na política. Sua candidatura foi acertada sob as bênçãos do ex-presidente Lula em troca do lançamento do ex-deputado Paulo Rocha, inocentado no julgamento do mensalão, para a vaga do Senado. Líder nas pesquisas de intenção de voto, Helder rejeita pertencer a uma "dinastia" política e minimiza a influência do pai na campanha de 2014. "O papel de Jader nesta campanha é de pai, que torce pelo filho, e que cobra, se eu for eleito, que eu não esqueça do meu compromisso com o povo do meu estado", afirma. "Não há dinastia. Estou em um novo momento da política, diferente da época do meu pai. A renovação na política não se dá apenas por tirar o sobrenome de alguém, e sim pela forma de se fazer política. O mundo mudou, as pessoas mudaram, as necessidades mudaram. Com isso, o ideal do novo político tem que acompanhar estas mudanças", diz.

Em Alagoas, o deputado Renan Filho (PMDB), filho do presidente do Senado Renan Calheiros, que também lidera a corrida pelo governo, não abre mão da influência do pai e diz ser “natural” seguir os passos do patriarca. “O senador Renan Calheiros é uma grande liderança política em Alagoas. O voto livre do povo alagoano tem respondido que é natural seguir a carreira política do meu pai. Assim como ocorre com médicos, advogados, jornalistas, atores e outros profissionais, alguns filhos de políticos seguem a carreira do pai”, afirma.

Na disputa pela preferência do eleitor, quando a associação do candidato com o pai famoso não é imediata, os filhos aspirantes aos cargos eletivos tratam logo de incorporar o sobrenome famoso e deixar claro quem é o padrinho político. Foi o caso, por exemplo, de Maurício Thadeu de Mello e Silva, que se apresenta nas urnas para deputado estadual como Requião Filho em associação ao pai senador e ex-governador do Paraná Roberto Requião. Ou de Irajá Silvestre Filho, candidato à reeleição para deputado federal que estrategicamente recorre ao sobrenome da mãe, a senadora Katia Abreu, para se apresentar ao eleitor como Irajá Abreu.

Na formação de futura Câmara Federal, há ainda herdeiros políticos que vem galgando espaço a cada eleição. O deputado estadual baiano Cacá Leão (PP), filho do deputado e atual candidato a vice-governador João Leão, vai disputar o cargo de deputado federal, assim como o deputado estadual Arthur Bisneto (PSDB), filho do prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio. Mário Negromonte Filho, por sua vez, tenta um naco dos quase 170.000 votos do pai para se eleger deputado federal. Negromonte pai, ex-ministro das Cidades, esteve envolvido em um sem-número de escândalos – desde o pagamento de propina a integrantes de seu partido até a adulteração de projetos bilionários – mas agora ocupa confortavelmente o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia.

Também vão se aventurar nas urnas o empresário Expedito Netto, de 25 anos, filho do senador Expedito Junior, cassado por compra de votos em Rondônia, o empresário tocantinense João Ribeiro Jr, filho do ex-senador João Ribeiro, parlamentar réu por trabalho escravo e morto no ano passado, e a administradora de empresas Lívia Fidelix, filha do eterno candidato do Aerotrem Levy Fidelix.

Cabos eleitorais de Nicolau Júnior adota serviço de correios

Uma estratégia do candidato a deputado estadual do PP, Nicolau Júnior, é a seguinte: Os seus cabos eleitorais, que não são poucos, andam pelas ruas abordando pessoas e distruibindo os materiais de campanha, os chamados santinhos. Mas, distribuir santinho nas ruas de Cruzeiro, todos os candidatos estão fazendo.

Os cabos eleitorais de Nicolau inovaram e estão fazendo o mesmo que os correios. Ou seja, deixa os santinhos do candidato na caixa de coleta dos moradores ou debaixo da porta. 


Por Leandro Matthaus 
Leandro23333@gmail.com

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%

Na pesquisa anterior, divulgada dia 18, Dilma tinha 36% e Marina, 21%. Na simulação de segundo turno, Marina atinge 50% e Dilma, 40%.

Do G1, em São Paulo

Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Marina Silva (PSB): 34%
- Aécio Neves (PSDB): 15%
- Pastor Everaldo (PSC): 2%
- José Maria (PSTU): 0% *
- Eduardo Jorge (PV): 0% *
- Luciana Genro (PSOL): 0% *
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0% *
- Eymael (PSDC): 0% *
- Levy Fidelix (PRTB): 0% *
- Mauro Iasi (PCB): 0% *
- Brancos/nulos/nenhum: 8%
- Não sabe: 9%

(*) Os candidatos indicados com 0% são os que não atingiram 1% das intenções de voto; somados, os sete têm 1%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.

Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff: 27%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Não sabe: 32%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

- Marina Silva: 50%
- Dilma Rousseff: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 3%

- Dilma Roussef: 48%
- Aécio Neves: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 4%

O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

- Dilma Roussef: 35%
- Pastor Everaldo: 23%
- Aécio Neves: 22%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 17%
- Levy Fidelix: 17%
- Rui Costa Pimenta: 16%
- Luciana Genro: 15%
- Marina Silva: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 14%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 35% dos entrevistados – no levantamento anterior, eram 38%. O índice se refere aos entrevistados que classificaram o governo como "ótimo" ou "bom".

Os que julgam o governo "ruim" ou "péssimo" eram eram 23% e agora são 26%, segundo o Datafolha. Para 39%, o governo é "regular" – 38% no levantamento anterior.

- Ótimo/bom: 35%
- Regular: 39%
- Ruim/péssimo: 26%
- Não sabe: 1%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 5,9 – na pesquisa anterior, foi 6,0.

Marina apoia principais reivindicações dos gays

O programa que a candidata Marina Silva (PSB) acaba de divulgar vai surpreender tanto os gays quanto a banda evangélica de seu eleitorado. Uma a uma, a ex-ministra encampa as principais reivindicações dos movimentos LGBT do País. Entre elas a adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo e a distribuição de material educativo contra a homofobia na escolas públicas. Em 2011 uma iniciativa semelhante foi barrada pela presidente Dilma Rousseff.

No capítulo 6 do programa, Marina promete apoiar no Congresso “propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil”.

O direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo já é legalmente garantido, por meio de resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e também pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que conferiu a essas uniões o status de entidade familiar. Até hoje, porém, o Congresso se recusa a discutir qualquer proposta de lei sobre o assunto.


Marcio Fernandes/Estadão

Os gays criticam o governo Dilma por nunca ter se empenhado de maneira efetiva na aprovação de uma lei nessa direção, para evitar atritos com a bancada evangélica.

Marina também promete “articular no Legislativo a votação do PLC 122/06, que equipara a discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de gênero àquelas já previstas em lei para quem discrimina em razão de cor, etnia, nacionalidade e religião”.

Todas as tentativas de aprovação dessa lei foram barradas até pela bancada evangélica, que vê nela o risco de pastores sofrerem sanções legais por pregarem contra a homossexualidade.

O programa da candidata do PSB ainda se compromete com a aprovação do Projeto de Lei da Identidade de Gênero Brasileira − conhecida como Lei João W. Nery −, que regulamenta o direito ao reconhecimento da identidade de gênero das “pessoas trans”.

Segundo programa, travestis e transexuais devem ser identificadas “com base no modo como se sentem e se veem, dispensando a morosa autorização judicial, os laudos médicos e psicológicos, as cirurgias e as hormonioterapias”.

O principal defensor dessa lei no Congresso é o deputado carioca Jean Wyllys, filiado ao PSOL. Candidato à reeleição ele tem sido alvo frequente de ataques em pregações de pastores evangélicos.

Em relação à adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo, o programa promete agir para “eliminar obstáculos” .

O programa de Marina ainda manda um recado para a campanha da presidente Dilma Rousseff, que, por pressão de apoiadores evangélicos, proibiu a circulação de material educativo sobre gênero e identidade sexual nas escolas. Alguns parlamentares mais conservadores chamaram o material de kit gay.

Marina agora promete “incluir o combate ao bullying, à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação, desenvolvendo material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e às novas formas de família”.

Filha de Chico Mendes: “Marina e meu pai fizeram revolução, mas voto em Dilma” por Altino Machado


Tecnóloga em gestão ambiental, Ângela Maria Feitosa Mendes, 44, é filha do primeiro casamento do líder sindical e ambientalista Chico Mendes, assassinado em dezembro de 1988 em Xapuri (AC). 

Angela Mendes é filiada ao PT, faz parte da assessoria parlamentar do senador Anibal Diniz (PT-AC), além de diretora Centro dos Trabalhadores da Amazônia (CT), em Rio Branco, que o pai dela ajudou a fundar em maio de 1983.

Veja a entrevista exclusiva ao Blog da Amazônia:

Você assistiu o primeiro debate dos presidenciáveis?

Assisti apenas a primeira parte do debate, no entanto estou sabendo da polêmica que envolveu o nome do meu pai quando Marina disse que ele é elite. Achei que ela apenas se expressou mal. Elite tem uma outra conotação. A Neca Setubal representa em parte tudo aquilo que meu pai combateu.

Ela também disse que os ianomami são elite.

Eu sei, eu entendo. Ela quis dizer que são elite porque se destacam em algum momento por aquilo que fazem, lutam e acreditam. Meu pai foi esse homem. Não entendo que ela quis denegrir a imagem do meu pai.

Circula na web um vídeo em que você manifesta apoio à reeleição da presidente Dilma. O que tem a dizer a respeito do vídeo?

O vídeo que está circulando foi gravado em 2010. Naquele ano, mesmo eu sendo petista, votei na Marina no primeiro turno eleitoral. Eu sou uma dos quase 20 milhões de eleitores dela naquele pleito. No segundo turno, votei na presidente Dilma e foi quando gravei aquele vídeo apoiando-a. Quatro anos depois, as coisas mudaram.

Vai votar em Marina no primeiro turno?

Filiada que sou ao PT, e por apoiar o projeto do partido, vou votar na Dilma. Mas não só por isso. Vou votar por uma questão de coerência. Apesar do respeito e do carinho que tenho pela Marina, não acho que neste momento ela conseguiria fazer o governo utópico dela. A melhor opção é Dilma, apesar de todos os problemas e pressões. Existe um Congresso que se une em bloco de ruralista ou evangélico, que querem se impor de qualquer forma. Apesar de todas as pressões, a Dilma ainda consegue avançar na política social e econômica, embora retraída na questão ambiental. Mas isso já está mudando, principalmente em relação ao modelo de energia para o país. Ela já fala em investir mais em energia solar e eólica. É um bom começo. Se a Dilma se aproximar dos movimentos socais e ambientais vai ser muito bom pra gente. Acho que o modelo que você sabe como quer chegar e sabe como chegar lá. Não me sinto segura com o modelo de política que Marina defende. Hoje, se não fosse do PT, não votaria nela como votei em 2010. Tudo nela me passa uma certa insegurança. Que ela queira transforma o mundo, o Brasil, é um sonho que eu compartilho. Mas como é que a gente vai fazer isso? Temos que ter metas e propostas definidas. Não é renegando essa democracia, a existência desses partidos políticos. A gente ainda não está preparado para isso.

O fato de Marina ter sido tão amiga de Chico Mendes não tranquila você?

Isso me faz respeitar Marina como pessoa, como mulher. Ninguém vai me ver desrespeitando-a. Marina e meu pai fizeram uma revolução. Respeito como uma acreana cuja trajetória superou muitas barreiras e preconceitos. Mas, para mim, isso não é suficiente para alçá-la ao cargo de presidente da República. As pessoas mudam. Naquela época, junto com meu pai, ela era um pessoa. Pode ser que hoje seja outra pessoa. Mas por ter sido amiga e companheira do meu pai, ela conta com todo meu carinho e respeito.

Como você tem acompanhado os ataques até racistas contra Marina nas redes sociais?

Tenho procurado me manter afastada disso porque não concordo que pessoas do meu partido partam para cima da Marina com desrespeito. Ela é uma mulher batalhadora, tem valores, enfrentou muitos sacrifícios na vida. Posso não concordar com a ideologia dela, mas não é por causa disso que vou xingá-la, desrespeitá-la. Não concordo, não gosto do que vejo, porque Marina foi amiga, companheira de meu pai.

Blog da Amazônia no Terramagazine

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Tarauacá: Operação conjunta das policias militar e civil resulta na prisão de seis pessoas portando drogas e arma

Os novos policiais que, acabaram de incorporar no quadro da policia civil de Tarauacá, só veio para somar, na manhã desta quinta-feira (28), cerca de 30 policias da delegacia geral de policia civil, saíram para cumprir seis mandatos de busca e apreensão, em vários bairros da cidade. Esta busca resultou na prisão de seis pessoas, um revolve calibre 32 e munição, drogas e objetos que eles vinham adquirindo de forma ilícita. Estes objetos era trocado por drogas.

Há vários meses policias já vinham investigando, vários indivíduos por suspeita de tráfico e receptação de objetos roubados, uma operação bem planejada, que resultou na prisão de seis pessoas, entre as seis duas mulheres também estavam envolvidas.

Leandro Matthaus com informações ,

Da Edilene Silva/ RRCTV.COM.BR 

Acre: Delegação sub-14 do Acre não irão participar da fase nacional dos jogos escolraes

Delegação acreana está fora da fase nacional dos Jogos Escolares Sub-14Segundo secretário adjunto de Esportes, Petronilo Lopes, última alternativa procurada foi um fretamento de avião, mas nenhuma das empresas enviou orçamento.


Por Quésia Melo
Rio Branco, AC

A delegação acreana composta de 109 atletas de escolas públicas de cinco municípios do estado (Porto Acre, Xapuri, Brasiléia, Tarauacá e Rio Branco) não irá participar da fase nacional dos Jogos Escolares, que será realizada de 7 a 13 de setembro na cidade de Londrina, no Paraná. 

Esta é a primeira vez que os campeões da etapa estadual no Acre ficam de fora da competição nacional. Segundo o secretário adjunto de Esportes, Petronilo Lopes, o Pelezinho, após não conseguirem vagas nos voos, o governo do estado buscou como última tentativa um fretamento de avião dentro de valores programados. Porém, nenhum das empresas procuradas enviou o orçamento para análise. 

- Infelizmente, a delegação sub-14 não vai participar da etapa nacional dos Jogos Escolares. Tentamos de todas as formas possíveis enviar os atletas, mas todas as possibilidades não foram viabilizadas. Quanto ao fretamento, o problema não foi orçamentário, temos dinheiro, mas não tivemos reposta de nenhuma empresa de frete. A gente fica muito triste, essa é a primeira vez que não participamos - ressalta o secretário. 

Segundo o coordenador dos Jogos Escolares no Acre, Alan Carlos Ferreira, a disputa das modalidades do sub-17, que estava marcada para iniciar no dia 29 de setembro, começa no dia 28 de setembro e vai até o dia 2 de outubro. A ideia é que a competição não seja prejudica pelas eleições 2014, que acontecem no dia 5 de outubro. 

- Estávamos aguardando a decisão para que fosse resolvido a questão do sub-14. Infelizmente, não iremos participar do nacional. Já no sub-17 decidimos adiantar o início da competição em um dia, para que não ficassem tão próxima das eleições e acabasse sendo prejudicada - conclui Ferreira. 

Ps: Alguém conhece um cidadão da área esportiva tão mentiroso igual esse cidadão chamado Pelezinho. Os Tarauacaenses já estão cansados de tanto ele contar anedotas sobre o estadio Nabozão, parado há quatro para uma reforma. 

Se alguém souber mande para o meu e-mail : Leandro23333@gmail.com

População do Acre é de 790 mil habitantes, estima IBGE

Estado está entre os três menos populosos do Brasil. Capital, Rio Branco, tem uma população de 363.928 habitantes.
Do G1 AC

A população do Acre é de 790.101 habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial, com data de referência em 1º de julho de 2014. Segundo o levantamento, estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes. O levantamento completo pode ser visto aqui.

Segundo o IBGE, os três estados mais populosos estão localizados na região Sudeste enquanto os três menos populosos estão na região Norte. O estado de São Paulo é o mais populoso do país, com 44.035.304 habitantes o que representa 21,7% da população total do país, seguido de Minas Gerais com 20,7 milhões de habitantes, e Rio de Janeiro com 16,5 milhões de habitantes. Roraima é o menos populoso com 496,9 mil habitantes, seguido do Amapá com 750,9 mil habitantes e Acre com 790,1 mil habitantes, representando 0,4% da população do país.

O estudo também traz as estimativas populacionais de cada município do país. A capital do Acre tem uma população de 363.928. O município de São Paulo lidera a lista e continua sendo o mais populoso, com 11,9 milhões de habitantes. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 6,5 milhões,Salvador, 2,9 milhões, Brasília 2,9 milhões e Fortaleza, 2,6 milhões.

Com uma taxa de crescimento de 1,89%, a capital acreana acabou em sexto lugar no ranking das capitais com maior taxa de crescimento geométrico no período entre julho de 2013 e julho de 2014. Atrás apenas de Boa Vista (1,91%), Manaus (1,92%), Macapá (2,17%), Brasília (2,25%) e Palmas(2,91%).

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Tarauacá: No dia 06 de setembto no Clube Chega Mais

“Marina na Presidência é a vez das pessoas pobres e sofridas do país”, diz viúva de Chico Mendes, Por Altino Machado


Ilzamar Mendes, viúva do líder sindical e ambientalista Chico Mendes, assassinado em Xapuri (AC), em dezembro de 1988, acompanhou o debate dos presidenciáveis na Band e gostou quando Marina Silva, candidata do PSB, citou o seringueiro ao expor seu conceito de elite.

Marina foi questionada pelo candidato Levy Fidelix (PRTB) se governará a favor do agronegócio, por manter relações próximas com o empresário Guilherme Leal, candidato a vice em sua chapa no pleito de 2010, e com Neca Setúbal, coordenadora do programa de governo da ex-senadora acreana.

- Não tenho preconceito contra a condição social de nenhuma pessoa. Quero combater essa visão de apartar o Brasil, de que temos que combater as elites. O Guilherme faz parte da elite, mas os ianomâmis também. A Neca é parte da elite, mas o Chico Mendes também é parte da elite. Essa visão tacanha de ter que combater a elite deve ser combatida. Eu quero governar unindo o Brasil, e não apartando o Brasil. Pessoas honestas e competentes temos em todos os lugares – respondeu Marina.

Segundo Izamar, “Marina citou Chico Mendes como elite, do jeito dele: elite de coragem, de homem simples, determinado, de ideias”.

- Foi isso o que eu entendi. Ficaria surpresa se ela falasse diferente.

Acreana do seringal Bagaço, alfabetizada aos 16 anos, Marina Silva coloca o Acre de vez no mapa do Brasil e pode ser a primeira presidente negra, nascida na Amazônia. A viúva disse que, caso Marina seja eleita, Chico Mendes “estará presente nas atitudes e no caráter dela”.

- Se ela chegar à Presidência, é a vez das pessoas pobres e sofridas do país, de olhar a saúde e a educação com mais carinho.

Veja a entrevista com Ilzamar Mendes:

Você acompanhou o debate dos presidenciáveis?

Claro, né? Gostei muito quando a Marina citou Chico Mendes como elite, do jeito dele: elite de coragem, de homem simples, determinado, de ideias. Foi isso o que eu entendi. Ficaria surpresa se ela falasse diferente. A Marina é uma únicas pessoas que não mudam o seu estilo de falar, de ver a política de forma diferente. Acho que os ideais do Chico ainda existem no jeito de Marina querer governar o país olhando para os mais pobres, para as questões sociais que dificultam a vida do povo. Hoje a gente vê que a política nacional é mais para os ricos e muito pouco ou quase nada para os pobres.

Depois que Chico Mendes morreu, muitos se declaram amigos dele sem que tenham sido. Marina era mesmo amiga dele?

Eu só quero falar da Marina. Quando casei com Chico Mendes, ela era a segunda pessoa em minha casa. Marina, desde quando casei, era uma pessoa presente quase todos os dias em nossa casa. Era a pessoa que estava lado a lado com Chico. O Chico tinha Marina como uma irmã a quem ele confidenciava certas coisas que confidenciava comigo. A confiança que ele tinha na Marina era muito grande. Aliás, o Chico confiava plenamente em duas pessoas: na Marina e no Binho Marques (ex-governador do Acre). Essas foram duas pessoas importantes na vida do Chico.

Acha que Marina ainda será alvo de ataques durante a campanha?

Não tenho a menor dúvida. Ainda bem que a Marina tem Deus no coração. Ainda bem que a Marina é uma mulher de fé. Vão atacá-la pelo fato de Marina ser a opção dos pobres, por ser o que existe de diferente na política, com uma visão nova capaz de melhorar a vida de milhões e milhões de brasileiros.

Qual a sua expectativa em relação à Marina?

Se ela chegar à Presidência, é a vez das pessoas pobres e sofridas do país, de olhar a saúde e a educação com mais carinho.

Tem alguma crítica a fazer à Marina ou à campanha dela?

Quem sou eu para fazer isso. A Marina é inteligente demais e sabe com certeza como agir e seguir na trajetória dela. Ninguém consegue fazer a cabeça da Marina. Ela é uma pessoa, assim como o Chico Mendes, que tem um dom de berço. Ela já nasceu com um dom. Com certeza, sendo eleita presidente, vai ouvir nossas reivindicações. Para nós, acreanos, com muita humildade, é motivo de orgulho ter na Presidência da República uma acreana nascida no seringal Bagaço, negra, que foi alfabetizada aos 16 anos. Durante o debate na Band eu fiquei pensando nisso e fiquei emocionada em ver ela se sair tão bem entre aqueles leões. Só mesmo a Marina, que é uma pessoa de fé, honesta e que traz um dom de berço.

E o Chico Mendes?

Com certeza, o Chico, lá em cima, está dando uma ajudinha. Aproveito para mandar um recado para Marina: ela pode confiar, que agora é a vez do Chico Mendes ajudá-la, afinal ela é responsável por dar continuidade a essa luta tão importante em defesa do meio ambiente. Caso Marina seja eleita, tenho certeza de que Chico estará presente nas atitudes e no caráter dela.
Blog da Amazônia no portal Terra magazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog 

DROGARIA VIVER BEM ( CUIDAR DE VOCÊ FAZ BEM).

NA DROGARIA VIVER BEM, VOCÊ ENCONTRA MEDICAMENTOS, PERFUMARIA E PRODUTOS PARA SUA HIGIENE PESSOAL-
RUA JOÃO DE PAIVA -979, PRÓXIMO AO SWING CLUBE.